“Dandos Frutos (Bearing Fruit)” | Short Documentary by Global Citizen & Banco de Brasil | Film

“Dandos Frutos (Bearing Fruit)” | Short Documentary by Global Citizen & Banco de Brasil | Film

Global Citizen

0:02 né?

0:02 Muitas [música] pessoas eh que vivem em comunidades,

0:05 elas se sentem invisibilizadas.

0:15 Para mim, ser uma extratora de açaí, né, significa tudo,

0:22 porque na produção do açaí consegue a adquirir

0:27 tudo [música] aquilo que a gente sonha, né?

0:29 Porque o nossa produçãoé o açaí.

0:36 Eu aprendi a colher o açaí.

0:39 Tinha uma idade de 7 anos.

0:41 Meus pais me ensinaram.

0:49 hoje eu tô com 62 anos, meus filhos estão nessa atividade,

0:54 meus netos e meus bisnetos também, que eu já tenho bisneto com 11 anos.

1:00 Tudoé natureza, a obra prima de Deus.

1:04 E hoje, graças a Deus,

1:06 a gente tem este fruto queé o nosso sustento, sustento da família.

1:10 um produto tanto para pro nosso serve para o nosso alimento,

1:15 como serve para gente eh para pro recurso, né, para manutenção da nossa família.

1:30 E a gente trabalha assim no horário, só no horário da manhã, né?

1:33 cansativoé subir para ir buscar lá em cima a a fruta,

1:37 né, do açaí, o caixo do açaí lá em cima.

1:41 Mas eh a genteé muito bom, muito legal,é muito orgulhoso pra gente.

1:51 Existe muito físico da gente, né, para colheix açaí, né, masé muito prazeroso.

2:07 Eu enfrentei muita dificuldade, né, da na produção do açaí.

2:13 Antes a primeira, a gente tinha que viajar horas, né?

2:17 a gente não tinha comunicação, não tinha telefone,

2:20 internet, [música] essas coisas, sei lá,

2:26 uma uma eu pensei que eu nunca ia ter um acesso, né, em banco.

2:46 Hoje em dias as coisas melhoraram pra gente.

2:50 A gente já tem internet,

2:53 a gente já consegue trazer e a equipe técnica para olhar

2:58 na área para da gente e a Larissaé uma pessoa especial.

3:06 Sou nascida eh em comunidade ribeirinha.

3:10 Eh, o que me fez eh querer trabalhar

3:13 tão perto dessas comunidades tradicionaisé a necessidade de assistência técnica.

3:19 Aqui nessa localidade em si,

3:21 ela fica distante da própria sede de Limoeiro do Juru.

3:24 Então, eh, só vindo aqui de assistência,

3:28 de agência e de presença do banco e da assistência técnica para saber.

3:35 Elaé uma técnica onde ela mostra na prática pra gente, né?

3:39 ela vem trabalhar, trabalha com a gente na prática mesmo.

3:44 Tenho esse, através do meu trabalho, tenho essa oportunidade de tentar buscar

3:49 melhorias para aumentar a produção dessas famílias

3:52 e consequentemente mudar essa realidade que a gente vê que eles enfrentam aqui.

4:00 Então, dona Santina,

4:00 agora a gente vai e movimentar sua conta ali no caixa eletrônico.

4:04 Você vai ver queé muito facinho, tá bom?

4:06 Vamos lá.

4:07 antes da da agência de Cametá, né, do Banco do Brasil, né, em Cametá,

4:12 a gente não tinha acesso nos financiamentos, né,

4:14 só a partir de de que teve acesso para com os créditos.

4:19 A gente manda pro banco, daqui a pouquinho já vai est lá na sua conta e

4:24 feliz, muito feliz mesmo, né?

4:26 Muitas pessoas eh que vivem em comunidades, elas se sentem invisibilizadas, né?

4:33 E quando a gente tá dentro da comunidade,

4:35 eles sentem o banco mais próximo ouvindo.

4:40 Eh, a gente vive numa região com a logísticaé muito complicada, tá?

4:46 muito difícil.

4:47 Eh, às vezes a gente passa mais de 20 horas dentro do barco,

4:50 dependendo da comunidade.

4:53 A missão do banco, né, além de cuidar de pessoas,é trazer inclusão.

5:02 Ah, mudou muito a vida da nossa comunidade mudou muito.

5:06 E eu desejo que todos, né, todas as pessoas sejam e beneficiadas,

5:11 né, com esse recurso, com esse financiamento do Banco do Brasil.

5:17 para que todos possam viver iguais financeiramente, né?

5:23 [música] Meu sonhoé ver todas as pessoas bem.

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